Artigo – Turma C

Madagascar

Os habitantes de Madagáscar estão a ser gravemente afetados pela insegurança alimentar

A colheita de arroz, milho e mandioca foi afetada por chuvas irregulares e por uma praga de gafanhotos, levando cerca de 4 milhões de pessoas em Madagáscar a sofrer com a insegurança alimentar. Devido a estes acontecimentos os preços dos alimentos têm vindo a aumentar.

 

Qual o ponto de situação em Madagáscar?

Metade da população do sul de Madagáscar enfrenta a fome e precisa de assistência humanitária urgente. A taxa de desnutrição crónica é a sexta maior do mundo. A insegurança alimentar foi causada pela queda significativa da produção de alimentos nas últimas três temporadas agrícolas devido à seca.

 

As crianças são sempre as mais afetadas | Foto: Yosef Hadar/Banco Mundial

O que está a ser feito para combater a fome?

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, pretende distribuir sementes e mudas de plantas a cerca de 170 mil famílias em dezembro. O PAM, Programa Alimentar Mundial, afirmou que está a aumentar os seus esforços para apoiar os habitantes de Madagáscar, incluindo merendas escolares, alimentos para os pacientes de tuberculose e alimentação complementar para crianças menores de dois anos de idade, mulheres grávidas e mulheres a amamentar.

 

Apesar da vontade em ajudar, os recursos também estão em falta. Deste modo, o PAM está a centrar-se em socorrer 400 mil pessoas entre as mais vulneráveis no sul da ilha mas espera-se ajudar 1 milhão de pessoas a partir de novembro até dezembro do próximo ano, com apoio do governo e de parceiros para outras milhões de pessoas.

Segundo o PAM, são necessários 25 milhões de dólares para que seja possível continuar as operações de emergência no país. No presente o Programa Nacional da agência enfrenta um défice de 15 milhões de dólares, ao passo que a operação de socorro e recuperação tem um défice de 10 milhões de dólares.

 


 

Escrito por: André Campos Silva | 8875 | Turma C

Fotografia: Yosef Hadar/Banco Mundial

Photo: WFP/Volana Rarivoson

ONU intervém em Madagáscar


Agricultores de Madagáscar sem meios para subsistir à fome, causada pelas alterações climáticas da região. 

Graças à oscilação de temperatura das águas do pacífico, provocadas pelo fenómeno “El niño”, fazem-se sentir longos períodos de alterações climáticas. Madagáscar encontra-se em situação de seca extrema há 3 anos, o que tem vindo a provocar significativos declínios na produção de milho, mandioca e arroz. Esta situação desencadeou um problema de vulnerabilidade alimentar a cerca de 1,4 milhões de pessoas. O comunicado foi feito pelo Programa Mundial Alimentar (PAM), e pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).
Os agricultores não conseguem dar resposta à plantação atempada de novas culturas, nos períodos adequados de cultivo de Dezembro a Janeiro.

Photo: WFP/Volana Rarivoson                                                                                                                                               Photo: WFP/Volana Rarivoson


“Nós sofremos de fome. Crianças e idosos não têm comida. Precisamos de ajuda (…) qualquer auxílio irá ajudar! ”

Zoetsoa, Presidente da Associação dos Agricultores, Tsarampioke

 

Intervenção humanitária

Face a esta situação, três agências da ONU (FAO, FIDA e PAM) trabalharam conjuntamente de forma a apoiar 850.000 pessoas nas regiões mais afetadas.  A PAM forneceu alimentos, expandindo o seu programa de nutrição para assistir mais de 200.000 mulheres grávidas, crianças com menos de cinco anos e alimentou cerca de 230.000 crianças nas escolas, com refeições diárias.

Sementes de qualidade, resistentes à seca e às doenças, são fornecidas pela FAO. Uma bomba de água foi também importante, para poder extrair águas subterrâneas para irrigação dos campos. Para além da resposta às emergências, foi também necessário fomentar nas comunidades o espírito de auto-suficiência, intensificando o seu auxílio através do fornecimento de alimentos e dinheiro.

Ao Fundo Internacional de Desenvolvimento Agricola coube-lhe o ensino de técnicas de produção mais eficientes, assim como a prestação de auxílio aos agricultores num melhor acesso aos mercados.

Tiago Girão, 8765

Seca em Madagáscar Vitimiza Milhões

IBTimes UK

Em foco: Milhões de sul-africanos precisam de ajuda global para enfrentar a seca extrema. (Fonte: IBTimes UK)

 

Devido às fracas colheitas que resultam da seca incessante em Madagáscar, declarou-se uma crise humanitária agravada pela fome e escassez de recursos – e que parece estar para durar. O representante da organização Catholic Relief Services em Madagáscar, Joshua Poole, lamenta os esforços dos agricultores do Sul da região viram nas recentes chuvas uma esperança para recomeçar as plantações, receando que estas sejam desperdiçadas se não houver mais chuva para que cresçam. Estatísticas mostram que 20% das famílias de Madagáscar se situam no nível de “emergência” em relação à fome – correspondendo ao nível 4 numa Escala de 5 níveis de classificação.


«Há pessoas que, famintas, tentam sustentar-se comendo catos e frutos selvagens.»


Um esforço conjunto da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD) e do Programa Alimentar Mundial (WFP) tenta reverter o cenário, distribuindo alimentos, tratando a desnutrição e fortalecendo a produção agrícola. Mas os relatos e testemunhos são impactantes: há pessoas que, famintas, tentam sustentar-se comendo catos e frutos selvagens; famílias que vendem as suas terras e pertences para sobreviver e para os trocar por qualquer coisa que signifique valor nutritivo. Assim, e por o número de pessoas a precisar de ajuda não parar de crescer, a ONU viu-se obrigada a cortar as rações individuais para que estas possam chegar a mais gente. Torna-se urgente unir a força das Nações Unidas em torno de uma causa que assume proporções cada vez mais além-fronteiras.

 

Sebastião Sabino \ 8559

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Fome em Madagascar

Madagascar está a atravessar três anos consecutivos de secas intensas. Este aterrador acontecimento deixou a região sem recursos.

A falta de água destruiu as plantações da população deixando cerca de 1,4 milhões de pessoas sem comida e estima-se que 600 mil dessas pessoas estão em situação de fome absoluta. Quatro em cada 10 habitações já consumiu todas as suas sementes, não deixando reservas para plantar.

Índices de fome e desnutrição crescem a níveis alarmantes causando o sofrimento de milhares de pessoas. Para escapar da miséria, um terço dos habitantes no sul da ilha foram forçados a medidas desesperadas como pedir esmolas, vender sua terra ou casa, ou a emigrar para outra região.

 

Ajudas Humanitárias

Três agências das Nações Unidas estão a cooperar para promover a segurança alimentar em Madagascar. O objetivo é assistir com medidas urgentes nas áreas e famílias afetadas pela seca em várias regiões no sul do país africano.

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  • O PAM (Programa Mundial de Alimentação) vai levar comida e assistência financeira a cerca de 1 milhão de pessoas, prevenir e tratar a desnutrição agravada em mais de 200 mil mulheres grávidas e lactantes, e em crianças com menos de cinco anos.
  • A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) irá fornecer sementes resistentes à seca, uma bomba de água e ferramentas agrícolas para substituir as que poderão ter sido vendidas durante a temporada de fome.
  • O FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) vai prestar formação em técnicas de produção agrícola e técnicas de comercialização mais eficazes para melhorar as produções e a interacção com os mercados.

 

Margarida Esteves 8550

10-28-2015Madagascar-drought

Insegurança Alimentar em Madagáscar

 

1,4 milhão de pessoas em Madagáscar não têm comida devido a uma seca que, segundo a Organização das Nações Unidas, já dura há três anos consecutivos.

 

Seca em Madagáscar

Esta seca tem várias implicações nas vidas dos habitantes da ilha. Para além de já terem uma economia extremamente pobre, esta seca veio provocar danos na agricultura, principalmente no sul do país, pois os agricultores não conseguem realizar as suas plantações. Dada a dificuldade, os preços dos alimentos em Madagáscar subiu, ao que as pessoas ficaram sem posses para comprar os alimentos necessários.

Três agências da ONU entraram em acção para tentar solucionar estre problema que se tornou uma emergência, visto que os agricultores precisam de ajuda para plantar a tempo da sua época:

  • PAM (Programa Alimentar Mundial) Tratou da distribuição de alimentos, tratando da desnutrição dos moradores e ainda dar uma refeição quente a 230 mil menores nas escolas primárias e oferecer assistência a menores de 5 anos e a grávidas, devido à desnutrição.
  • FAO (Food and Agriculture Organization) Distribuiu sementes resistentes à seca por 170.000 famílias de agricultores.
  • FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) Trata de promover o desenvolvimento regional, utilizando abordagens participativas, ensinando técnicas de produção mais eficientes, bem como ajudando os agricultores a terem um melhor acesso aos mercados.

 

 

 


Rui Margato 8567 TC

FOME EM MADAGÁSCAR

 1,5 MILHÃO DE PESSOAS SEM COMIDA DEVIDO À SECA

 

 

Habitantes junto aos campos agrícolas afectados pela seca.

Habitantes junto aos campos agrícolas afectados pela seca.

 

 

          Madagáscar, a maior ilha do continente africano situada no oceano índico, sofre de um clima quente e subtropical, onde os verões são longos e quentes. Segundo a ONU, o sul de Madagáscar está actualmente a enfrentar uma seca que dura já há 3 anos e visto que a economia do país assenta-se essencialmente na agricultura, estando esta obviamente afectada pela seca, cerca de 1,5 milhão de habitantes enfrentam a fome, tornando-se uma situação de emergência.

“Antes tínhamos comida. Agora não temos nada para comer. Não chove. Não conseguimos plantar. As colheitas desapareceram. Não ficou nada.”

          Os agricultores precisam urgentemente de ajuda para poderem plantar a tempo das épocas de dezembro e janeiro, visto que os campos agrículas ficaram gravemente afectados. Deste modo, a FAO e a PAM, ambas agências da ONU, agiram rapidamente e distribuiram estacas e sementes de plantas resistentes à seca a cerca de 170.000 famílias de agricultores nos distritos com maior insegurança alimentar. Para além disso, cerca de 230 mil crianças irão receber, por parte do PAM, uma refeição quente nas escolas primárias, o que para muitas será a única refeição nutritiva que recebem no dia.

RESOLVER O PROBEMA AGRÍCULA

           Para além do fornecimento pela parte da FAO, das sementes resistentes à seca, a FIDA também irá dar uma ajuda que se concentra no fortalecimento das organizações de agricultores, aumentando o acesso das pessoas mais pobres ao crédito rural, melhorando o acesso ao mercado e aumentando a produção.


Ana Catarina Pereira 8556 | Imagem por ONU
Rio Inchado, Madagascar

Madagáscar em estado crítico

Madagáscar encontra-se há mais de três anos a lidar com uma dos maiores crises climáticas alguma vez registada. A seca que arrasa com as plantações das populações aqui residentes, constituem um grave problema de insegurança alimentar.

Ação da ONU junto da população:

Rio Inchado, Madagascar

O “El Niño” reflete-se no Rio Inchado, nome dado às alterações térmicas que ocorrem de 5 em 5 anos e afetam várias regiões do mundo.

Desta forma, estima-se que cerca de  840,000 pessoas estejam a experienciar elevados níveis de insegurança alimentar. É neste contexto que diversas agências das Nações Unidas estão a intervir para evitar casos de fome extrema e malnutrição. Primeiramente, o Programa de Alimentação Mundial (WFP) encarrega-se de alimentar a população faminta, de forma a atenuar a crise com que lidam. Ao mesmo tempo, a FAO distribuí sementes de qualidade e equipamento de irrigação. Desta forma a população terá as ferramentas para poder produzir o próprio alimento. Por fim, o Fundo Internacional do Desenvolvimento da Agricultura educa a população sobre produção própria e técnicas de inserção do mercado. O trabalho conjunto de três agentes que se complementam aumenta a chances da população de Madagáscar ultrapassar a crise com que se tem vindo a deparar nos últimos anos.

Cerca de 92% da população vive com menos de 2$ por dia, abdicam de posses materiais e da educação dos próprios filhos para obter alimento. Este cenário poderia piorar sem qualquer tipo de ajuda externa.

 

Artigo | Eduardo Filipe 8508 | Turma C

Madagascar people working

Habitantes de Madagáscar afectados pela insegurança alimentar

Os habitantes em Madagáscar estão a passar fome.

Um quarto da população de Madagáscar – 5 milhões de pessoas – vive em áreas propensas a ciclones, inundações ou secas. A insuficiência e irregularidade das chuvas em Madagáscar, tiveram um impacto devastador na colheita, deixando muitas famílias vulneráveis necessitadas de assistência. Estas pessoas, atingidas pelas catástrofes climáticas, passam fome e tem sofrido um aumento da pobreza.

Madagascar people working

Mulheres a transportarem alimento

Intervenção da ONU

  • A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, sigla do inglês) está a dar uma resposta agrícola destina-se a 850.000 pessoas nos distritos mais afectados. A assistência combina provisão de sementes de maturação rápidas e resistentes à seca (mandioca e batata-doce) que vão ajudar na replantação de 6.000 hectares de terra e ajudará a garantir a disponibilidade de alimentos para 13.000 famílias.
  • O Programa Alimentar Mundial (PAM) está a expandir o seu programa para prevenir e tratar a desnutrição entre mais de 200.000 mulheres grávidas e crianças com menos de cinco anos. A agência da ONU também vai garantir que as famílias que não podem trabalhar serão apoiadas através de distribuições de alimentos.
  • O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) irá fornecer formação e aprendizagem sobre técnicas agrícolas e de comercialização mais eficazes. Assim, vão promover o desenvolvimento regional e garantir que os produtores mais vulneráveis e as suas famílias possam alcançar melhores meios de sustento.

As agências tem obtido fundos para ajudar a lançar o seu programa conjunto de ajuda e alcançar todas as famílias atingidas pela seca e teem tido um papel fundamental na resolução desta situação.

As organizações estão a fazer de tudo para ajudar Madagáscar.

Precisam, no entanto, de mais financiamento para continuarem a apoiar os países africanos.

 

“El Ninõ”

Atualmente, o El Niño afeta os países do sul de África, podendo ser considerada numa das piores secas nos últimos 35 anos.

Este é causado por ondas de temperaturas, provenientes do Oceano Pacífico, chegarem mais altas do que é normal ao continente africano. Em conjunto com o efeito “El Nina” (o seu efeito contrário), criam o paradoxo entre vastos períodos de chuva e períodos de secas ao longo dos anos.

Isto faz com que os habitantes tenham pouquíssimas condições para sobreviver e praticar as suas atividades básicas, como a agricultura, o que gera fome e sede.

 

As crianças

O fenómeno afeta com grande impacto os sectores da saúde, nutrição, educação, saneamento básico, entre outras necessidades básicas, sendo estes os sectores que as organizações se preocupam dar resposta.

Em foco nas crianças, estas têm grandes dificuldades de irem à escola, não só porque estão altamente subnutridas, como também são estas que estão responsáveis de ir buscar a água para as suas casas, que num período de seca torna-se ainda mais desafiante, para não falar das crianças que começam a envolver-se no trabalho infantil.

 

As doenças

Com o difícil acesso a hospitais e falta de saneamento básico, a propagação das doença aumenta. As organizações responsáveis têm como prioridade alimentar as pessoas mais vulneráveis, como as crianças, as mulheres grávidas, os idosos, e os que têm VIH.

 

Metade da população do sul de Madagáscar é afetada pela fome.

Metade da população do sul de Madagáscar é afetada pela fome.

As ONG

A ONU e as ONG envolvidas, tais como a FAO, a IFAD, e o PMA, a UNICEF, e outras, desenvolveram um plano de ação – RIASCO – para ajudar os países africanos a combater esta crise face ao El-Niño. O Plano de Acão é composto por três esferas: a resposta humanitária, a capacidade de resistência e as opções de gestão de riscos macroeconómicos. É definindo as prioridades para cada país, para dar a melhor resposta possível face às necessidades de cada um.

 

 

 

 

Raquel Pereira, nº 8579, Turma C

As famílias Malagasy chegam mesmo a vender recursos como gado, meios de produção agrícola e porções de terra.

Emergência em Madagáscar

A ONU conta que, até março, 1,4 milhão de pessoas continuarão em situação de insegurança alimentar.

As famílias Malagasy chegam mesmo a vender recursos como gado, meios de produção agrícola e porções de terra. Foto: Luc Genot/FAO

As famílias Malagasy chegam mesmo a vender recursos como gado, meios de produção agrícola e porções de terra. Foto: Luc Genot/FAO

A ilha tem vivido situações catastróficas nos últimos anos, causadas por agravadas alterações climáticas. A instabilidade ambiental, aliada a uma economia centrada na produção agrícola própria, já provocaram a entrada no estado de fome absoluta de mais de 600 mil famílias.

O serviço de organizações como a FAO (Food and Agriculture Organization) e o PMA (Programa Mundial de Alimentação), têm auxiliado a república de Madagáscar a reerguer-se. No entanto, como na maioria dos casos de países em desenvolvimento, o verdadeiro inimigo são as mudanças climáticas. e neste caso, em específico, a passagem do El Niño.

A destruição do El Niño

Este ano, o sul de Madagáscar foi severamente afectado pelo fenómeno climático El Niño. Acentuando uma diminuição abrupta de chuvas na zona da África Austral pelo terceiro ano consecutivo, inúmeras famílias malagasy viram-se forçadas a vender os seus terrenos, mendigar pelas ruas ou, se possível, abandonar a região.

Reforços nas operações humanitárias

Para uma maior eficácia na resposta humanitária, ao entrar em 2017, o director-geral da FAO conta:

  • Distribuir alimentos a pelo menos 300 mil pessoas nas 7 áreas mais afectadas;
  • Ajudar mais de 70 mil grávidas e mulheres em fase de amamentação, incluindo crianças com menos de 5 anos de idade;

O PMA conta prestar auxílio na produção agrícola, fornecendo novas ferramentas e sementes, capazes de resistir às secas prolongadas.

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