Mais uma legenda, será uma legenda a mais.

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aqui pode vir a identificação do autor

Mais uma legenda, será uma legenda a mais.

Aqui deve entrar o texto com a mancha gráfica adaptada ao contexto dado no briefing.

Não esqueçam a ou as imagens e respectiva(s) legenda(s). Tomem em consideração a eficácia comunicativa na mancha do blogue.

Deverá ser feito um post para o destaque e outro para o artigo. No final assinem cada post com o vosso nome, número e turma (assinalando a respectiva categoria).

Bom trabalho!

 

Duarte Pacheco é reconhecido pelas acções empreendidas enquanto ministro das Obras Públicas e Comunicações de Portugal.

Neste ministério desenvolveu uma notável actividade de melhoramento do País e, sobretudo, da cidade de Lisboa.

Eng.Duarte Pacheco, Ministro emblemático.

Fonte Luminosa. Alameda Afonso Henriques, Lisboa.

Figura incontornável do País e sobretudo da cidade de Lisboa, Duarte Pacheco é reconhecido pelas acções empreendidas enquanto Ministro das Obras Públicas e Comunicações de Portugal.

Natural de Loulé, nasceu em 19 de Abril de 1899. Em 1917 ingressa no recém criado Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa. Licencia-se em Engenharia Electrotécnica sendo  nomeado professor em 1922 e dois anos mais tarde director da mesma instituição.

Conhecido pelo seu carácter ambicioso e determinado,  inicia a sua carreira política em 1928, assumindo a presidência da Câmara Municipal de Lisboa. É em 1932, com apenas 33 anos, que Eng. Duarte Pacheco é nomeado Ministro das Obras Públicas e  Comunicações.

Durante o seu ministério desenvolveu uma notável actividade, estando o seu nome ligado a numerosas realizações no País e sobretudo na capital.

Em Lisboa, foi responsável pela construção ou melhoramento de infra-estruturas portuárias, rodoviárias e outras de carácter escolar e hospitalar.

No que diz respeito ao plano rodoviário, mandou construir a auto-estrada Lisboa-Caxias e a Estrada Marginal Lisboa-Cascais.

Foi sua, também, a criação do Parque de Monsanto,do Estádio Nacional e contribui para a construção do aeroporto da cidade de Lisboa (Portela) – projecto do arquitecto Keil do Amaral.

O Instituto Nacional de Estatística, o IST, a Casa da Moeda, a Avenida de Roma, a Fonte Luminosa na Alameda Afonso Henriques, a Estação Marítima de Alcântara, bairros sociais de Alvalade, Encarnação, Madredeus e Caselas são  outras obras que fazem dele uma referência obrigatória.

No dia 15 de Novembro de 1943 , faleceu em consequência de um acidente de viação, deixando para a História do País uma colecção de obras notáveis.

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Do passado ao futuro - Lisboa na actualidade com o Marquês para sempre.

Da estaca zero, à Lisboa de hoje.

Foi no primeiro dia de Novembro de 1755 que Lisboa foi atingida por um dos maiores terramotos da história. Um Maremoto, incêndios e consequentes vítimas – foi este o início de uma enorme revolução.

Marquês de Pombal, ou Sebastião José de Carvalho e Melo, nasceu no final do séc. XVII. Foi secretário de Estado do Reino e considerado uma das figuras mais controversas e carismáticas de todos os tempos. Essencialmente, ele foi um marco histórico na reconstrução da cidade Lisboeta.

Do passado ao futuro - Lisboa na actualidade com Marquês para sempre.

O terramoto que destruiu Lisboa, fez com que recebesse do rei mais poderes –foi o ponto de partida para reconstrução da cidade e economia do país, que estava à beira da falência. Seguindo um modelo iluminista, foram as suas capacidades reformadoras que fizeram nascer uma cidade que existe até hoje. Lisboa, tinha-se tornado então, numa das propostas mais inovadoras da arquitectura urbanística europeia da época.

Hoje, ergue-se uma estátua no centro de Lisboa, numa das mais emblemáticas rotundas da capital. Em bronze, Marquês de Pombal destaca-se no cimo do monumento. Como símbolo de poder e força está o leão ao seu lado, e por baixo, estão esculpidos os bustos dos principais colaboradores de Sebastião José de Carvalho e Melo.


Manuela Lima/5307

Fontes:

http://www.rtp.pt/gdesport/?article=827&visual=3&topic=1

http://www.pt.wikipedia.org/

http://www.lifecooler.com/Portugal/patrimonio/EstatuadoMarquesdePombal

É graças a ele que podemos viver na tão fascinante e emblemática cidade de Lisboa.  Um homem, um Marquês, um renascer.

Foi o arquitecto das grandes obras. Da modernidade. De uma capital sob o poder do regime. Pardal Monteiro não mudou Lisboa. Quase a fez sozinho.

O poeta criador de poetas

 

 

Fernando António Nogueira Pessoa  começa a escrever, aos 13 anos, os seus primeiros poemas em inglês. Desde aí não pára de escrever. Após uma tentativa falhada de montar uma tipografia e editora, a “Empresa Íbis”, começa a trabalhar como correspondente comercial de inglês e francês, trabalhando para vários escritórios lisboetas. Continua a escrever compulsivamente poesia e prosa. Em 1912 começa a publicar na revista “A Águia”. 

Dois anos mais tarde, cria os seus heterónimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis que assinarão cada um deles uma obra singular. No ano seguinte com o seu amigo Mário de Sá-

Pessoa procura inspiração na Baixa Lisboeta.

Carneiro, lidera o grupo fundador da revista “Orpheu” e introduz assim o Modernismo em Portugal. Mais tarde publica com Almada Negreiros, Amadeo de Souza-Cardoso e Santa-Rita, o “Portugal Futurista”. Na verdade, escreve muito, mas publica pouco e quase exclusivamente em revistas literárias.

 Continua a criar empresas, desta vez a editora “Olisipo”. Publica 2 pequenos livros com os seus poemas ingleses e em 1924 funda a revista “Athena”. Finalmente aos 46 anos publica a Mensagem”, o seu único livro de poesia em português editado em vida.

 Apenas se lhe conhece uma namorada, Ofélia Queiroz com a qual manteve uma correspondência de namoro. Pelos cafés mantém pequenas tertúlias e amizades construídas sobretudo em torno da literatura. Morre a 30-11-1935 com 40 anos. Deixou milhares de textos inéditos por publicar. Neste labirinto infindável de papéis e palavras, muitos tentam desvendar o mistério do poeta criador de poetas.

 

© 2011 Mariana Leitão (texto e imagem)

 

 

 

 
 

Fonte:

Elisa Costa Pinto, Vera Saraiva Baptista, Paula Fonseca, Plural 12º ano, Lisboa editora
 
 

 

http://www.astormentas.com/biografia.aspx?t=autor&id=Fernando+Pessoa

http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=2246

 

O Mundo chegou a um ponto de viragem absoluta em todos os campos. Um habitante solitário e melancólico de Lisboa reage. Um poeta, o eterno fingidor, lança à cara da sociedade obras cheias de sarcasmo, ironia e, alguma provocação.

“Falhei em tudo

… como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.”


Um poeta cuja existência é o seu legado

Génio da cultura portuguesa, falo de Fernando Pessoa. Esse homem perdido na infância. No seu legado está Lisboa, onde nasceu mas morreu. Em poesia ou prosa, a cidade e suas minúcias surgem reflectidas na sua vasta obra. Pensamentos editados em várias revistas e publicações ocasionais. Os turistas procuram-no. Lisboa é Pessoa.

Transeunte boémio com chapéu e óculos de ver

É um encanto visitar Lisboa pela sua mão. Verificar que, apesar dos anos que passaram, ainda se pode desfrutar de tamanho prazer. Reconhecer os locais de que fala. Um dos seus percursos habituais era feito entre o Largo de São Carlos e o Largo do Chiado. Rumo ao local de encontro de poetas e pensadores portugueses, a Brasileira é um café sobejamente conhecido dos lisboetas.

Outros espaços por onde se movia eram a Basílica dos Mártires e o Martinho da Arcada. Não lhe agradava a rigidez das praças pombalinas. Sugeria experimentar outros pontos de vista. Em contraste com o lado das colinas, de características tão díspares.

De coração partido, pobre Pessoa

Aqui conheceu Ophélia Queiroz. Talvez tenha sido fado. Lisboa serviu de cenário. No entanto, o seu destino pertencia a “outra Lei”, “subordinado (…) à obediência a Mestres que não permitem nem perdoam”.

“I know not what tomorrow will bring…”

As últimas palavras proferidas antes de morrer. Para revisitar a vida do poeta, a Casa Fernando Pessoa localiza-se em Campo de Ourique. Lugar que pretende homenagear a sua memória pela eternidade. Amanhã é outro dia. “Deus quer, o Homem sonha e a obra nasce.” O tempo passa mas Ele fica. Dignifica a sua capital.

 

Um pequeno universo cheio de vida

 

Fonte:

http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=2233

© 2011, Selmo Guerreiro (Texto e Imagem)

Usava bigode à americana. Irónico. Tinha terror às trovoadas. Dotado de um carácter bastante complexo, era um homem simples de grande sensibilidade. Para ele, todas as cartas de amor são ridículas.

Praça Martim Moniz com vista para o Castelo de S. Jorge

Martim Moniz, à Porta da Morte

Após conquistar Santarém, D. Afonso Henriques investiu na conquista de Lisboa, em 1147. O cerco, organizado pelo rei, durou alguns meses. Durante este cerco travavam-se outras investidas por parte dos cristãos.

A Porta do Moniz - Emblemática pela Conquista de Lisboa aos Mouros

 

O Protagonista
Um nobre cavaleiro, de seu nome Martim Moniz, lutou com heroicidade durante este cerco ao lado dos seus companheiros. Preparavam-se para a grande Batalha da conquista de Lisboa contra os Mouros.

 

Ao subir uma das colinas para entrar nas muralhas de Lisboa, reparou no entreabrir de uma porta escondida no Castelo dos Mouros. Martim Moniz, que chefiava o exército, chegou rapidamente à porta atacando-a individualmente. Ao perceber que iriam ser atacados, os Mouros correram a fechá-la, mas já seria tarde. Martim Moniz ter-se-á atravessado nesta com a ajuda de um machado, sacrificando a sua vida. Em vez de fugir, foi combatendo com grande coragem, sozinho. Sempre à entrada da porta.

 

Derradeiro patriotismo
Trespassado pelas lanças mouras, Martim Moniz fez ainda algumas vítimas. Matou alguns adversários antes de morrer por uma Lisboa Cristã.

Assim, impediu que os Mouros fechassem a porta. Possibilitou a entrada dos cristãos, liderados por D. Afonso Henriques, nas muralhas de Lisboa.

 

Para honrar a sua bravura e o sacrifício da sua vida. D. Afonso Henriques ordenou que aquela porta passasse a ter o nome de Martim Moniz. Ainda hoje podemos encontrar essa porta, agora com o nome de “Porta do Moniz” . Uma das três portas da muralha do Castelo.

Martim Moniz é também o nome de uma grande praça no sopé do Castelo de Lisboa. Martim Moniz figura a freguesia do Socorro, bem como da estação de metropolitano que a serve.

 

texto e imagem | Margarida Faria, 2011 © Todos os direitos Reservados

 

Fontes:

- Jorge Francisco Martins de Freitas in:

http://www.leme.pt

- Rebelo, Carlos (2009), “Lendas da História de Portugal”, Plátano Editora.

- Alves, José Felicidade (2004). “Conquista de Lisboa aos Mouros Em 1147”, Cidade de Lisboa. Edição 3, Livros Horizonte. Lisboa.